A electrólise efectua-se numa célula inserida no circuito de filtração. A solução da água salgada decompõe-se e purifica a água destruindo as algas e bactérias que depois se recombina para reformar o sal.
• Menos manipulação de produtos químicos
• Automatização do tratamento da água
• A água é muito confortável, menos irritações ou odores desagradáveis ligados ao cloro.
• Custo de funcionamento comparável ao de uma lâmpada
• A despesa dos produtos químicos permite uma amortização em cerca de 3 anos.
TÉCNICA
Este procedimento permite fabricar "in loco" a substância desinfectante
que se encarrega de eliminar, por oxidação, as bactérias, os fungos e as
algas que se encontram na água da piscina. O desenvolvimento destes
microorganismos depende da temperatura da água, da vegetação envolvente
e da utilização da piscina.
A substância desinfectante, chamada hipoclorito de
sódio, produz-se por electrólise do sal
presente na água da piscina. Em
seguida, esta substância tem a
faculdade de desestabilizar-se
devido ao efeito combinado da
exposição ao sol e do banho,
para reconstituir-se em sal
(o consumo de sal do
processo é nulo).



